Porque Tenho Medo? As 3 Maneiras de Acabar com o Medo (Parte 2)

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TRANSCRIÇÃO

Eu estou com medo, será que eu gravo ou não gravo? Tenho que começar a gravar…. Para medo! Deixa a gente maluco… vai! Fala pessoal! André do BrainPower – A Academia Cerebral e criador do método “Reprograme Seu Cérebro” e esse é o segundo capítulo que a gente vai falar a respeito de medo. O capítulo de ontem, a gente falou sobre os três grandes pontos que geram medo na gente, quais são os três tipos de medo que a gente sente: o medo da dor, o medo do processo e medo resultado. Então se você quiser saber um pouco mais respeito disso, você não assistiu o capítulo anterior, não deixe de clicar neste lugar que está aparecendo aqui, no vídeo de ontem. Então clica lá, começa por ele, e aí vocês voltam para esse, porque neste vídeo de hoje a gente vai falar sobre as soluções, como é que você resolve medo. Antes de mais nada vamos relembrar qual é a definição de medo porque isso é importante. A gente está sempre com ela viva na nossa mente.

Então vamos lá. Segundo Will Smith, o medo não é real, o único lugar que o medo pode existir é nos nossos pensamentos sobre o futuro, e é um produto da nossa imaginação que faz com que a gente sinta medo, de coisas que não existem no presente, e podem nem vir a existir no futuro. O medo é exatamente isso, é um produto que a gente cria, é um produto que faz com que a gente realmente fique paralisado, travado, como eu não queria aqui gravar o vídeo, a gente fica, e qual foi a solução que eu dei? Esse é o primeiro ponto: ação. Anota aí, essa é a primeira solução, porque quando a gente começa a agir tudo aquilo que a gente visualizou como possíveis cenários, possíveis cenários negativos, todos aqueles “e se” que a gente vai criando, e se isso acontece, e se aquilo acontece. Isso é a nossa imaginação agindo. Assim como Will Smith fala, “a gente visualiza infinitos cenários que podem ser negativos, e quanto mais cenários negativos a gente visualiza, mais a gente sente medo daquele desenrolar. Então o grande ponto é você entrar em ação, e aí entra uma palavra muito importante que é “coragem”. Eu fiz um vídeo explicando como é que você cria mais coragem, que está aparecendo aqui, neste momento. A coragem, o que ela é? É algo que vem do nosso coração, ou seja, é um sentimento que vem da palavra do latim “coraticum”, ou seja, coração, e a gente entre em ação mesmo com aquele sentimento do medo, ou seja, é um sentimento anulando o outro sentimento. Coragem não significa que você não tem medo, mas significa que você entra em ação apesar do medo, e esse é o grande ponto, é assim que eu comecei a gravar esse vídeo.

Aquilo que eu ficava pensando: será que eu ia falar isso? Será que eu ia falar aquilo? Mas será que eles vão gostar? Será que meu cabelo está legal? Será que isso é…. tudo vai embora, simplesmente você começou a gravar, a gente cria infinitas possibilidades, e quando a gente começa e entre em ação, tudo aquilo que é cenário, tudo aquilo que é ilusório, tudo aquilo que é o nosso cérebro trabalhando contra a gente, deixa de funcionar, porque a gente começa a trabalhar com a realidade, e o nosso cérebro não sabe distinguir o que é real, do que é imaginário. Quando você visualiza algo, quando você imagina algo, o que ele recebe é um estímulo nervoso, assim como a realidade. Quando você enxerga uma coisa, o que você está enxergando nesse momento é o seu cérebro traduzindo tudo isso, através de estímulos nervosos e realmente ele interpretar aquilo como algo real. Se você imagina algo, também é um estímulo nervoso que entra no seu cérebro, porque? Porque o seu cérebro não tem contato com a realidade. Vou falar bastante a respeito disso na Jornada da Reprogramação Cerebral. Se você não está escrito, não deixa de escrever aqui em “reprogrameseucerebro.com.br”. Lá, eu vou falar muito mais respeito disso, dessa distinção de realidade, do que é imaginário, de como às vezes o imaginário faz com que a gente perca muitas oportunidades que nosso cérebro está interpretando no imaginário como real, assim como no caso do medo. A gente sente o medo e a gente imagina que aquilo é real, e a gente fica paralisado na realidade. A gente fisicamente paralisado por uma imaginação, por uma alucinação ou por uma loucura. Então esse é o primeiro ponto: sentir coragem. Se você quer saber como ter mais coragem de novo, volta para aquele vídeo que eu falei, está parecendo aqui em cima, que eu dou três caminhos para você realmente ir atrás e sentir mais coragem no seu dia a dia. E esse é o primeiro ponto então, agir independente do medo. Quando você age, entra em ação, sai da paralisia, você deixa o medo de lado, você deixa tudo que é alucinação de canto, e realmente a realidade passa a tomar conta do seu cérebro. Então o medo realmente vai deixar de existir e você vai visualizar isso, e esse é o primeiro ponto. E o segundo ponto é você realmente entender do que você está com tanto medo. Qual é o seu maior medo? Quando a gente imagina que algo pode ser ruim, a gente começa a ficar preso, só que as gentes às vezes não têm tanta clareza do que é aquela coisa que incomoda tanto a gente. Então o que a gente tem que fazer, em primeiro lugar é entender qual é esse medo. É o medo de ficar pobre? Legal, então guarda o seu medo de ficar pobre, e a gente vai trabalhar esse medo. É outro medo? Escreve exatamente qual é esse medo e em cima disso que você escreveu, vem o segundo ponto: aí você vai vivenciar esse medo.

Se você tem tanto medo de ficar pobre, por exemplo, eu sugiro que você faça esse exercício, e eu sugiro que você faça independente de ser um dos seus medos ou não, porque realmente tira uma barreira muito forte da gente. O que aconteceria se você ficasse pobre? Você ia comer nos lugares diferentes, você ia trabalhar de um jeito diferente, você ia vestir roupas diferentes? Pense em tudo o que aconteceria se você fosse mais pobre, caso esse seja seu medo. Liste todos os possíveis cenários, todas as possíveis consequências, e aí, o que você tem que fazer é muito gratificante você fazer isso, é você viver um dia assim. Então você usaria roupas diferentes? Pegue uma roupa velha que você tem e vá para rua com essa roupa. Você comeria em lugares diferentes, em restaurantes diferentes? Vá almoçar nesse restaurante, vai almoçar no lugar que você não comeria normalmente. Todos os medos decorrentes da pobreza que você tem, você tem que vivenciar, porque quando a gente vivencia, gente vai falar simplesmente “nossa, mas não é tão ruim assim”. Então aquilo que é um grande medo, deixa de ser o medo. Aquilo que te paralisa, deixa de te paralisar e você passa a ter muito mais coragem para entrar em ação, e você volta a ter clareza mental. Tudo aquilo que te parava, que te bloqueava, deixa de te bloquear. Então essas duas receitas são poderosíssimas. Tudo aquilo que te barrava, que te interrompia, que te deixava travado, deixa de te travar, porque você: Um, entrou em ação e tudo que era ilusório, imaginação sua, cai por terra e deixa de fazer parte do seu pensamento. E segundo, porque tudo aquilo que poderia ser um desenrolar, algo muito negativo que pode acontecer com você, você já vivenciou, e você sabe que não é tão ruim assim, você vai sobreviver. Mais que isso, você vai conseguir fazer uma conta mental de que o benefício de você entrar em ação é muito mais positivo, do que aquele cenário que era péssimo, que era aquilo que você visualizava como o pior dia do mundo, você vai ver que não é tão ruim assim.

E tem o terceiro ponto, mas que eu vou só te introduzir neste capítulo, a gente vai cobrir com muito mais profundidade no capítulo de amanhã, e a pergunta “e se?”. Você nunca ficou nervoso, ansioso com algo que você tinha que fazer no dia seguinte, uma apresentação, uma reunião, uma entrevista de emprego e você ficou pensando naquilo, “E se eu disser isso? E se eu disse aquilo? E se eu fizer isso, a gente começa a criar cenários, e essa pergunta é algo que você deve abandonar, porque é a pior pergunta para o nosso cérebro. A gente cria cenários que são altamente prejudiciais para a gente. Então, esse ponto a gente vai cobrir com muito mais profundidade amanhã, mas aqui você já tem duas receitas poderosíssimos: é entrar em ação e vivenciar, recitar o medo, o pior cenário, vivencia, pega o pior cenário e vive, coloca uma roupa disso e vai para rua, encontra a realidade do jeito que você acha que seria a pior realidade do mundo. Tenho certeza que você vai ver que a pior realidade não é tão ruim assim, e isso vai te dar uma coragem tremenda, vai te colocar em ação muito mais rápido que você imagina. Se você teve alguma sacada, algum insight importante nesse capítulo de hoje, não deixe de colocar aqui nos comentários, adoraria ver as suas palavras. Se você acha que esse capítulo de hoje pode beneficiar alguma pessoa, não deixe de encaminhar para ela, para ela fazer parte dessa jornada incrível de dias seguidos, com um capítulo por dia, para você entender um pouco melhor essa máquina poderosa que a gente tem, e não deixe de se inscrever em algum lugar aqui está parecendo um botão para você clicar e automaticamente você vai assinar, e todos os dias você vai ser notificado de um novo capítulo, de uma nova reflexão para você entender com mais e mais profundidade a respeito de seu cérebro. Isso é fundamental, porque o seu futuro começa hoje! “No Brain, No Gain”, até a manhã!

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