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Teste gratuito · 2 minutos

Teste de autoconfiança

Você sabe o que quer dizer, pedir ou mostrar e, na hora, encolhe. Este teste mostra se a insegurança já governa você e, principalmente, em qual camada ela mora: no consciente, na emoção ou no inconsciente. É isso que decide o que funciona para sair dela.

Pergunta 1 de 12

Antes de uma conversa importante, penso em todas as formas como ela pode dar errado.

Leva cerca de 2 minutos. O resultado aparece na hora, sem cadastro.

O que este teste mede, e o que ele não mede

Ele mede a frequência de doze comportamentos de insegurança, quatro em cada camada: a história que você se conta antes de agir (o consciente), o que o corpo sente na hora de se expor (a emoção) e o que acontece sem você decidir (o inconsciente). O resultado mostra quanto o padrão pesa e onde ele é mais forte.

Ele não é uma avaliação psicológica nem um diagnóstico clínico. É uma autoavaliação para você enxergar o seu padrão.

De onde vem a confiança, pelas três camadas

O psicólogo Albert Bandura, da Universidade Stanford, publicou em 1977 a teoria que até hoje organiza a pesquisa sobre confiança: a crença de que você consegue fazer algo. E mostrou que a fonte mais forte dessa crença não é ouvir que você é capaz, é se ver conseguindo. Ou seja: a confiança vem depois da experiência de conseguir, e não antes dela.

Um ano depois, as pesquisadoras Pauline Clance e Suzanne Imes descreveram pessoas com resultados reais que sentiam que tinham chegado lá por sorte e que um dia seriam descobertas. Ou seja: o resultado muda no mundo, mas a leitura que a pessoa faz de si mesma pode continuar a mesma, porque ela mora numa camada que o sucesso não alcança sozinho.

É por isso que a mesma estratégia não serve para todo mundo. Quem se trava pelo consciente precisa trocar o "quando chegar a hora" por uma versão pequena de hoje. Quem se trava pela emoção precisa de chegadas pequenas e repetidas, até o corpo parar de tratar a exposição como perigo. E quem se trava pelo inconsciente precisa entender o que a insegurança protege, porque ali a frase motivacional não alcança.

Perguntas frequentes

Falta de autoconfiança é falta de capacidade?

Não. Muita gente capaz se sente insegura, e muita gente pouco preparada se sente segura. A pesquisa sobre confiança mostra que ela depende menos do que você sabe e mais do que você já se viu conseguindo fazer. Ou seja: a insegurança costuma ser falta de experiência de conseguir, e não falta de capacidade.

Por que a insegurança continua mesmo quando dá certo?

Porque o acerto é registrado no consciente, e a insegurança costuma morar mais fundo: na emoção (o medo de ser avaliado) ou no inconsciente (o automático que aprendeu que aparecer era arriscado). Pesquisadoras descreveram em 1978 pessoas bem-sucedidas que atribuíam os próprios resultados à sorte e temiam ser descobertas. O teste mostra em qual camada o seu padrão é mais forte.

Este teste é um diagnóstico?

Não. É uma autoavaliação para você enxergar o seu padrão de insegurança, e não uma avaliação psicológica nem um diagnóstico clínico. Se a insegurança vem junto de medo intenso, tristeza ou isolamento que atrapalham a vida, procure um profissional de saúde.

Quanto tempo leva o teste?

Cerca de 2 minutos. São 12 afirmações, e você marca com que frequência cada uma acontece com você. O resultado aparece na hora, sem cadastro.

Como ganhar autoconfiança?

Pela camada onde o padrão mora. Se é o consciente, trocar "quando chegar a hora" pela menor versão possível de hoje. Se é a emoção, dar ao corpo chegadas pequenas e repetidas até a exposição deixar de ser alarme. Se é o inconsciente, entender o que a insegurança protege, porque frase motivacional age na camada errada. O exercício está no artigo sobre como se sentir autoconfiante em minutos.

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Quem escreveu

André Buric

Mestre pelo King's College London, fundador do BrainPower. Estuda e ensina a leitura do comportamento pela neurociência desde 2014.

Atualizado em .

Fontes:

Bandura, A. (1977). Self-efficacy: Toward a unifying theory of behavioral change. Psychological Review, 84(2), 191-215. doi.org/10.1037/0033-295X.84.2.191

Clance, P. R. e Imes, S. A. (1978). The imposter phenomenon in high achieving women: Dynamics and therapeutic intervention. Psychotherapy: Theory, Research & Practice, 15(3), 241-247. doi.org/10.1037/h0086006