A palestra que responde a pergunta que o seu time já se faz em silêncio: o que sobra para nós, quando a IA faz cada vez mais? E transforma a resposta em engajamento e performance.
Por que agora
Toda empresa está adotando IA. E em toda empresa, a mesma cena.
"Em 5 anos, a inteligência digital vai exceder a soma de toda a inteligência humana."
Elon Musk, em entrevista à Forbes (2026)
Talvez o prazo esteja errado. A direção, não. E dentro das empresas essa direção já produz dois estados, igualmente caros: uma parte do time em pânico silencioso ("quando chega na minha função?"), outra em negação ("isso não me afeta"). O medo trava a adoção das ferramentas, derruba o engajamento e liga o modo defesa exatamente na hora em que a empresa mais precisa de gente aberta a mudar.
E a resposta padrão do mercado ("desenvolva criatividade, empatia e pensamento crítico") não resolve: é a mesma lista para todo mundo, sem mecanismo e sem aplicação. O que é igual para todos não é vantagem de ninguém.
A Vantagem Humana entra pelo medo que já existe na plateia e sai com o que nenhuma lista genérica entrega: o mecanismo do que permanece humano, e o mapa do que cada pessoa faz com isso.
A palestra
Três atos: a fronteira, a virada, o mapa
A fronteira real
O que a IA já faz melhor que nós, dito sem eufemismo. E o que ela estruturalmente não faz: decidir sob incerteza, gerar confiança, sustentar vínculo, exercer julgamento, estar presente. Tudo ancorado em como o cérebro humano decide, compra e confia.
A virada: aliada, não substituta
O que muda em cada função quando a máquina assume o mecânico e o humano assume o que só ele faz. O medo difuso vira critério prático: o que automatizar, o que preservar, o que reposicionar.
O mapa individual
Cada pessoa da plateia sai sabendo identificar a própria vantagem humana: o que da trajetória, do julgamento e do relacionamento dela a máquina não replica. E como colocar isso a serviço do resultado da empresa.
O que a empresa leva
O terreno humano preparado para a era da IA
Um time que fala de IA com linguagem comum, sem pânico e sem negação
Critérios práticos de automatizar × preservar, para líderes e times
Energia de futuro no lugar de medo: efeito direto em engajamento e adoção de ferramentas
O ponto de partida humano para programas de requalificação e adoção de IA
Para quais momentos
Onde essa keynote entra na sua agenda
Convenções e kickoffs que precisam falar de futuro sem clichê
Eventos de liderança e encontros de RH e cultura
Jornadas de transformação digital que travaram na adesão das pessoas
Antes de anúncios internos ligados à IA: preparar o terreno humano da mudança
Quem conduz
Ciência aplicada + prática real. Não futurologia de palco.
André Buric é mestre em neuropsicologia pelo King's College London, fundador do BrainPower e criador do Método IMPACT. Antes disso, foram 14 anos de carreira executiva em multinacionais: ele conhece por dentro a sala em que essas decisões estão sendo tomadas.
E vive os dois lados do tema: estuda o comportamento humano há mais de uma década e opera o próprio negócio com IA todos os dias. O que ele leva ao palco não é opinião sobre o futuro: é o mecanismo de como o cérebro decide, aplicado à pergunta que a sua empresa está fazendo agora.