Dois dias presenciais in-company. Sua equipe comercial redesenha o próprio processo de vendas com base em como o cérebro do cliente realmente decide — usando o Método IMPACT para construir a jornada psicológica do seu cliente, tornando a sua venda algo natural.
Posicionamento
Não é treinamento sobre o IMPACT — é aplicação direta ao processo real da empresa.
Toda venda é uma proposta de mudança — e o cérebro do cliente, programado para buscar segurança e previsibilidade, resiste a tudo que ameace o conhecido. O time apresenta, o cliente concorda… e nada acontece. Não é falta de interesse: é arquitetura cerebral resistindo à mudança.
O Método IMPACT foi desenhado para resolver isso — uma sequência neuroestratégica em seis fases que conduz o cliente por uma jornada psicológica de compra, cada etapa ativando a parte certa do cérebro no momento certo.
O Workshop in-company é onde sua equipe comercial redesenha o próprio processo de vendas usando o IMPACT como bisturi diagnóstico e construtivo. Saída tangível: playbook próprio, materiais revisados e plano de ativação para os próximos 90 dias.
Promessa central
“Em dois dias presenciais, sua equipe comercial sai com o processo de vendas redesenhado segundo a engenharia decisória do cérebro do cliente — com playbook próprio, métricas por fase, e plano de ativação para os próximos 90 dias.”
A engenharia por trás — Método IMPACT
Seis fases, seis estados cerebrais ativados em sequência
Sistema oferece clareza, eficiência e previsibilidade — permite isolar o que está funcionando, identificar o gargalo específico, mensurar cada etapa e ajustar com precisão. Comunicação deixa de ser empurrão. Vira condução.

INSPIRE
PercepçãoDesenha-se a percepção que a marca, o produto e a equipe precisam gerar no cliente. Percepção sobre o que é afeta o que é — e regula a atenção. Percepção de autoridade gera respeito; de relevância abre escuta; de transformação cria expectativa. A equipe sai com clareza sobre como a presença, a marca e a mensagem precisam ser percebidas para que o cliente entre na jornada já receptivo.
MOTIVE
IntrigaCria-se a intriga mental que faz o cliente perseguir a mensagem por conta própria. Não basta querer que o outro aja — é preciso ativar o impulso interno que move ele em direção à oferta. A equipe sai entendendo como capturar atenção genuína (não a forçada), por que algumas mensagens chamam atenção e outras passam batido, e como construir comunicação para que cada interação deixe o cliente querendo o próximo passo.
PREPARE
EducaçãoPrepara-se o cérebro do cliente para receber a solução. Não se pode oferecer antes da pessoa desejar — antes é preciso elevar a consciência dela sobre o problema que enfrenta. É aqui que o cliente passa do "estou bem" para o "preciso disso". A equipe sai sabendo como identificar o núcleo central do problema do cliente, comunicá-lo de forma que ele se reconheça, e endereçar as três camadas de crença que impedem a decisão.
APRESENTE
ApresentaçãoApresenta-se a solução de um jeito que o cliente já está pedindo por ela. Não é mais venda — é resposta. A equipe sai com clareza sobre como enquadrar a oferta no contexto certo, usar narrativa para construir conexão emocional sem soar marketeiro, e apresentar o que torna a solução única — sem se perder em features ou em comparação com concorrentes.
CONVERTA
DecisãoTransforma-se desejo em ação concreta de compra. Aqui mora o ponto onde a maioria das vendas trava — o momento em que o cliente está convencido, mas adia a decisão. A equipe sai sabendo como reorganizar a equação de valor na mente dele, introduzir os elementos certos de pressão sem causar desconforto, e responder aos três tipos de resistência que aparecem na reta final.
TRANSFORME
LTVTransforma-se o pós-venda em motor de crescimento. A venda não termina no fechamento — começa nele. Cliente bem conduzido pós-venda vira defensor, e cada defensor reduz o custo da próxima venda. A equipe sai sabendo como estruturar a jornada de entrega, sustentação e fidelização — e como desenhar, desde o início, o tipo de transformação que faz o cliente querer contar a história adiante.
Quando as seis fases operam juntas, a conversão muda de patamar. Mais importante: o resultado fica replicável — a equipe sabe exatamente o que fazer da próxima vez. Vendas deixam de depender do dia bom. Viram engenharia.
Para quem dentro da empresa
Equipes comerciais inteiras com mix de senioridades
Audiência ideal: 15 a 60 pessoas, com pelo menos um nível hierárquico de liderança junto. Funciona melhor quando há mix de senioridades — gerente + vendedor sênior + vendedor júnior na mesma sala. O redesenho gera decisões que precisam ser aprovadas no calor do momento.
Quem decide a contratação: diretor comercial, CRO, head de vendas, ou diretor de RH em conjunto com diretor comercial. O sponsor primário precisa estar presente no workshop — é dele a autoridade para aprovar as decisões de redesenho que surgem.
Setor: vendas com algum nível de complexidade — alto ticket, ciclo longo, ou serviços onde o cliente precisa de organização mental para decidir. Não é desenhado para venda transacional simples.
Quando contratar
Sete momentos típicos de gatilho
Após convenção de vendas (aprofundar o que a palestra abriu)
Virada de ano com novas metas
Pós-aquisição/fusão para alinhar dois times comerciais
Troca de liderança comercial
Início de novo produto/segmento que mude o perfil de venda
Queda persistente de KPI específico (conversão, ticket médio, ciclo)
Início de programa anual de transformação comercial
Formato e duração
Dois dias presenciais, in-company
2 dias (16h presenciais)
Presencial obrigatório. O trabalho de redesenho exige sala física com paredes, painéis, post-its e dinâmica de grupo. Inclui briefing prévio com a liderança (2-3 reuniões de 60min) para calibração ao contexto, vocabulário e desafios reais da operação.
Como funcionam os dois dias
Uma dinâmica em quatro etapas, repetida para cada fase do IMPACT
O workshop é estruturado como um sistema. E todo sistema bem feito tem clareza, eficiência e previsibilidade. Por isso a dinâmica se repete em ciclo, para cada uma das seis fases do método (I, M, P, A, C, T).
Conceitos da etapa psicológica
Para cada fase do IMPACT, o André começa explicando o que está acontecendo no cérebro do cliente naquela etapa — o fundamento neurocientífico, o objetivo psicológico específico, e o que precisa acontecer para que a transição para fase seguinte aconteça.
→ Clareza conceitual de cada peça do método.
Métricas dessa etapa no seu negócio
A equipe adapta as métricas gerais da fase para o contexto específico do negócio. Quais indicadores fazem sentido medir nessa etapa? Como capturar esses dados na operação atual?
→ Lista personalizada de métricas para cada fase — sistema mensurável no caso real, não no exemplo do palco.
Unificação e priorização
Depois de passar pelas seis fases individualmente, a equipe unifica tudo num desenho integrado, identificando onde estão os maiores gargalos hoje no processo. Quais fases estão funcionando, quais precisam de redesenho urgente.
→ Visão sistêmica do funil + ordem de prioridade para implementar.
Plano de implementação
Ao final, a equipe sai com um plano de ação concreto: o que implementar primeiro, o que medir, qual cronograma seguir. Sem essa última etapa, o aprendizado vira anotação. Com ela, vira movimento.
→ Plano implementável na segunda-feira seguinte.
O que sua equipe leva
Entregáveis tangíveis ao final do workshop
- Apostila completa do Método IMPACT preenchida ao longo dos dois dias
- Processo comercial da empresa redesenhado etapa por etapa, sob a ótica das 6 fases do IMPACT
- Playbook IMPACT customizado da empresa — documento próprio com as decisões tomadas no workshop, não apostila genérica
- Templates revisados de proposta, follow-up e script (formato editável)
- Lista de métricas por fase para acompanhar a implementação
- Plano de ativação 30/60/90 dias com responsáveis e cronograma
- Relatório executivo entregue ao sponsor 7 dias após o workshop, com leitura do André sobre o estado atual da operação e recomendações priorizadas
A palestra abre a consciência do time. O workshop transforma essa consciência em processo. Sua equipe não sai “inspirada” — sai com o processo comercial redesenhado, com playbook próprio, com métricas por fase e plano de implementação para segunda-feira seguinte. É a diferença entre um time que entendeu o método e um time que opera o método.